
Os comprimidos estão sujeitos aos choques mecânicos, decorrentes da produção, embalagem, armazenamento, transporte, distribuição e manuseio pelo paciente. Em vista disso, torna-se imprescindível que os mesmos apresentem resistência ao esmagamento, possuindo uma friabilidade reduzida e uma dureza adequada. No teste para
determinação da friabilidade, foram pesados vinte comprimidos, introduzindo-os em um friabilômetro, retira-se após cem rotações efetuadas num período de cinco minutos (20 rpm).
Os comprimidos foram novamente pesados, após a remoção de qualquer resíduo de poeira dos mesmos. Desta forma, a friabilidade, em função da porcentagem do pó perdido, foi representada pela diferença entre o peso inicial e o peso final dos comprimidos. Consideraram-se aceitáveis os comprimidos com uma perda menor que 1,5% do seu peso ou a porcentagem determinada na monografia do produto. Os comprimidos “lascados” ou que se separaram em duas camadas não foram considerados para cálculo da porcentagem de friabilidade (FARMACOPÉIABRASILEIRA, 1988).
| Friabilidade = diferença entre peso de comprimidos íntegros e após teste x 100
peso dos comprimidos íntegros |
| Resolvendo por regra de 3 Peso de Comprimidos íntegros ----------------------> 100 % Diferença entre peso de Comprimidos íntegros e após teste --------------------> x % |

Durante a produção, são realizadas determinações de dureza a fim de verificar a necessidade de ajustes de pressão nas máquinas de compressão. O teste para determinação da dureza foi realizado, através de um aparelho denominado durômetro, o qual mediu a força aplicada diametralmente, necessária para esmagar dez comprimidos, individualmente, sendo a força medida em Newton (N) e ou Quilograma/Força Kgf .(FARMACOPÉIA BRASILEIRA, 1988).
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